:: HISTÓRICO ::

BREVE HISTÓRICO DO SIMPLÁS

A história do plástico na região da Serra do Rio Grande do Sul começa com a instalação da primeira indústria de transformação, em Caxias do Sul, no ano de 1949. Foi a partir daí que a vocação industrial da região, até então voltada principalmente para a vinicultura e a metalurgia, passou também a ter o segmento plástico como mais um fator de seu desenvolvimento econômico.

Poucas até a década de 70, as indústrias transformadoras começaram a chegar na década seguinte, tornando a região num importante pólo do setor.

A necessidade de troca de informações técnicas e de mercado impulsionaram a criação, em 24 de agosto de 1989, do SIMPLÁS - Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho.

Atualmente, a entidade está instalada em sede própria, localizada junto a Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul, representando cerca de 400 empresas, de 8 municípios da região, responsáveis por mais de 8 mil empregos diretos.

As indústrias de transformação de plástico da região Nordeste consomem 70% da resina utilizada na produção de componentes técnicos e 85% da resina utilizada no setor moveleiro do Estado.

Desde a criação do SIMPLÁS a região presenciou exuberante desenvolvimento industrial, tendo se tornado o principal pólo plástico do Estado e um dos mais destacados do país.

Durante todos esses anos, o Sindicato tem focado sempre o crescimento da indústria de terceira geração, não medindo esforços para proporcionar aos associados qualificação técnica e bons indicadores de negócios, bem como tem sido porta-voz, junto ao poder público, das reivindicações da categoria econômica que representa.

INFORMAÇÕES GERAIS

SIMPLAS - Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho

Data de Fundação: 24/agosto/1989

Total de empresas do setor: 375

Total de empregos: 8.500

Base Territorial:

Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real.

Missão:

"Atender as necessidades das empresas do setor plástico associadas, oferecendo, de forma ágil, um amplo e atualizado sistema de informações, abrangendo programas econômicos, políticos, legais, tecnológicos e ambientais pertinentes, que resultam em rentabilidade e qualidade com a satisfação dos objetivos de seus empreendedores."

Site: www.simplas.com.br e-mail: simplas@simplas.com.br

Setores das empresas associadas:

Automotivo Embalagens

Moveleiro Moldes/matrizes

Eletroeletrônico Matéria-prima

Cosméticos Máquinas/equipamentos

Construção Civil Prestação de serviços

Utilidades Domésticas

MATÉRIA-PRIMA:

Cerca de 65% da matéria-prima virgem utilizada pelas indústrias de transformação da região é proveniente do pólo petroquímico de Trinfo-RS.

O restante tem origem em importações e petroquímicas brasileiras instaladas em outros pólos do país. Sendo o plástico um material 100% reciclável, algumas indústrias utilizam matéria-prima reciclada, dependendo a finalidade para a qual se destina o produto.

CONSUMO

O setor plástico brasileiro está em franco desenvolvimento, mas ainda situa-se em patamar inferior a Europa e EUA. Enquanto no Brasil o consumo médio é de 27 quilos/habitante/ano, em alguns países do primeiro-mundo é de cerca de 150 quilos.

•  A participação da indústria de produtos plásticos do Rio Grande do Sul no mercado nacional vem caindo de forma acentuada nos últimos três anos, representando atualmente menos de 10% do total;

•  Determinados produtos plásticos, de grande consumo como sacolas plásticas, produtos descartáveis, tubos para construção civil, entre outros, não são produzidos no Estado em escala sufuciente para atender a demanda;

TECNOLOGIA

O empresariado do setor plástico tem procurado acompanhar o desenvolvimento tecnológico mundial. Entretanto, muitos fatores têm contribuído para que os resultados não sejam melhores, entre eles as altas taxas de juros, que inibem os investimentos; a carga tributária incidente sobre a produção da cadeia e o custo das matérias-primas produzidas a partir da nafta, subproduto do petróleo.

ELEIÇÕES

Não chegam a afetar o setor como um todo. Alguns segmentos são mais atingidos, como é o caso das indústrias que produzem material flexível (bandeiras, faixas, cartazes, etc...)

INCENTIVOS

Alguns estados têm concedido incentivos ao setor, como é o caso do Rio de Janeiro, Alagoas e Bahia. Com isso, conseguiram atrair investimentos ampliar significativamente, nos últimos anos, sua participação no mercado nacional.

No RS, temos hoje o RS-Competitivo e o Integrar, que não chegam a 50% do que é oferecido nos estados citados.

As empresas da cadeia petroquímica-plástico está preparando uma proposta a ser apresentada ao governo do estado do RS para incentivar o desenvolvimento do setor. O período de maior desenvolvimento do setor plástico no RS foi no início da década de 80, com o programa denominado Proplast.

MEIO-AMBIENTE

Por ser 100% reciclável, o plástico não apresenta qualquer impacto ambiental na sua produção. As indústrias de plástico são limpas e processam os resíduos de sua produção. O grande problema é a conscientização do consumidor final, com o destino dado aos produtos. O lixo de plástico é um lixo rico, vale dinheiro. Já existem muitas associações de catadores e recicladores ganhando dinheiro com resíduos de plásticos. Já existe uma infinidade de produtos com origem em plástico reciclado.

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